Frase do dia: "Felizes os ignorantes"
O artigo "Risco da adoção unilateral"(do software livre)[ http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/ti_corporativa/idgcoluna.2007-03-08.5481326516/IDGColuna_view ] mostra o interessante o posicionamento do senhor Daniel Domeneghetti, porém é visível que o artigo é pouco fundamento tecnicamente.
A reportagem dele expõe preconceitos existentes em relação ao software livre.
O primeiro é associar o software livre a uma única empresa, o que não é verdade uma vez que o software livre estimula o surgimento de empresas ao difundir o uso de padrões estabelecidos ao invés de criar um novo padrão.
Software livre não quer dizer não windows, quer dizer padrões abertos que todos possam entender, onde todos é a comunidade acadêmica, empresarial e técnica, não apenas meia dúzia de macacos numa árvore cheia de frutos.
O texto do senhor Domeneghetti escapa da área tecnológica para atuar na área política, o que confunde ao não expor fatos consistentes e baseados em preconceitos infundados.
No artigo ele cita os Estados Unidos como modelo de Tecnologia de Informação e Computação, porém ele não cita que organizações como a NASA, NSA, Congresso dos Estados Unidos e diversos outras organizações governamentais dos USA utilizam software livre.
O google, uma empresa gigante na área de tecnologia da informação anúncia a todos os ventos que utiliza software livre.
O artigo só falta falar: comprem windows ao citar que o governo só quer software livre, associando software livre a uma única empresa e isso não é verdade. Ao impor padrões de funcionamento, mais empresas poderão entrar na competição porque sabem as regras do jogo. Se os padrões forem conhecidos mais e mais empresas terão capacidade de atuar na área, mas se o padrão for fechado, proprietário, pertencente a apenas uma empresa, somente essa empresa poderá atuar.
É necessário enxergar o software-livre como a ferramenta que permitirá termos a transparência necessária nos processos da administração pública.
A conclusão dele é definitiva: "o risco é grande", e conforme estudo publicado pela FGV, qualquer investimento estratégico possui alto risco e não é apoiado pelos gerentes que só querem saber de uma promoção rápida.